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Espaço de Escrita
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In-finito
As novas obras que me encontro a criar pertencem à colecção In-finito. Deixo um texto descritivo deste meu processo. Pousei o pincel porque a minha mão já não tinha mais para onde ir, mas o meu coração sabe que este quadro não está pronto. Ele é apenas matéria, um limite físico, um corpo “finito”. Entre cada camada de pigmento e cada linha, deixei um espaço — um pequeno hífen invisível — que convida ao que está dentro, ao “in-“. Eu não te dou uma imagem, dou-te o meu silêncio
Irina Marques
19 de fev.1 min de leitura


A doença criativa
A arte é o oxigénio da alma criadora e, quando o mundo a cala, o corpo definha no silêncio de um fôlego que não encontra saída.
Irina Marques
27 de jan.1 min de leitura


A geometria do sentir
A minha jornada pelas artes
Irina Marques
22 de jan.2 min de leitura


A linguagem silenciosa da abstração
A abstração pede-me silêncio antes de sentido. Não tento compreender a pintura — deixo que ela me atravesse. Entre gesto e cor, encontro um espaço onde não há respostas, apenas presença.
Irina Marques
15 de jan.3 min de leitura
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