O meu percurso, enraizado em 2009 e oficializado em 2018, é uma cartografia de cura. Cada fase artística é um breve fôlego interior: assim que alcanço clareza emocional, a estética cumpre o seu papel e a minha mente — ágil e faminta por experimentação — impulsiona-me para a próxima metamorfose. Não procuro o estancamento, mas o rasto de um movimento vivo. A minha arte não é um destino estático, mas o registo de uma alma que prefere a urgência da descoberta à permanência do lu