"A minha arte é o rasto de uma alma que aprendeu a renascer. O que nasceu em 2018 como cura meditativa em mandalas, transfigurou-se, entre sismos e silêncios, numa geometria de liberdade. Hoje, a minha pintura não descreve o mundo; organiza o sentir. Cada tela, intitulada Metamorfose, é uma narrativa aberta que só se completa no teu olhar. É o triunfo de uma vida que, após ver o chão fugir, descobriu na abstração a segurança de ser, finalmente, luz e estrutura."