Este texto personifica as cores da paleta, transformando pigmentos em personagens cómicas e temperamentais. As descrições exploram as dores de cabeça técnicas que vivemos diariamente no atelier. É um olhar sarcástico sobre a falta de controlo do artista perante a vontade própria das tintas, celebrando o caos criativo e as manchas inevitáveis na roupa com uma dose extra de humor e cumplicidade técnica.